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Investigação particular

Investigação particular e inteligência corporativa no Pará

O Pará junta as minas da região de Carajás, portos que embarcam alumínio e grãos e um interior onde as questões de terra têm varas próprias na Justiça estadual. Apuramos casos de Belém a Marabá e Santarém, para quem vive da mineração, dos portos ou do campo e quer conhecer os fatos antes de fechar ou cobrar um negócio.

Minério, portos e terra

No interior, a mineração está presente em várias regiões. Em Carajás, Parauapebas, Canaã dos Carajás e Curionópolis têm minas de ferro, e Canaã dos Carajás, Marabá e Curionópolis têm minas de cobre. No Baixo Amazonas, Oriximiná e Juruti têm minas de bauxita. Ao redor das minas trabalham prestadoras de serviço, transportadoras e fornecedores de peças. É nessa cadeia que costumam surgir desvio de material, medição de serviço inflada, fornecedor combinado com funcionário e reclamações trabalhistas em que a empresa precisa de provas.

No transporte, o Porto de Vila do Conde, em Barcarena, atende o polo do alumínio, e o Porto de Santarém, no rio Tapajós, recebe cargas que chegam do Centro-Oeste pela rodovia Cuiabá-Santarém e pelos rios. No campo, o TJPA mantém varas agrárias em Marabá, Santarém, Altamira e Castanhal para julgar questões fundiárias, ambientais e minerárias. Comprar ou arrendar terra sem checar quem é o dono e se há disputa é um risco conhecido. No extremo norte, o estado faz fronteira com o Suriname e a Guiana.

Quem atendemos

  • Advogados e escritórios

    Produzimos relatórios documentados para advogados com ações no Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), inclusive nas varas agrárias, e na Justiça do Trabalho da 8ª Região, que atende o Pará e o Amapá e tem foros em cidades como Marabá. Costumamos atuar em execuções, em disputas de terra no sudeste e no oeste do estado e em investigação defensiva. O uso do material no processo é definido pelo advogado.

  • Empresas

    Prestadoras de serviço da mineração, operadores portuários, transportadoras e comércios do interior nos procuram quando há suspeita de material desviado, de medição de serviço que não confere ou de fornecedor que só vence porque tem alguém dentro. Para uma prestadora, o contrato com a mineradora também está em jogo, por isso a apuração corre sem chamar atenção no canteiro.

  • Famílias

    Na partilha de uma fazenda no Pará, a família precisa saber quais bens existem de verdade, em nome de quem estão e se há processo sobre a área. Ajudamos nesse levantamento, em golpes digitais e na procura de quem foi viver em outra região do estado e perdeu contato com a família, com discrição.

Como atuamos no Pará

Atendemos casos em todo o Pará. A análise de documentos e de fontes públicas é feita a distância, e as diligências de campo acontecem quando o caso pede, em Belém, no sudeste, no oeste ou no Marajó. A atuação tem amparo na Lei 13.432/2017 e segue as regras da LGPD.

Perguntas frequentes

Vocês atendem casos em Marabá, Parauapebas e Santarém?

Sim. O caso é avaliado a distância e, quando a apuração pede presença, a equipe vai até a cidade envolvida. Municípios do sudeste e do oeste do Pará entram no mesmo atendimento, sem que o cliente precise viajar.

Antes de comprar uma fazenda no Pará, o que vale checar?

Vale conferir quem é de fato o dono, se a área tem disputa na Justiça, inclusive nas varas agrárias, e o histórico do vendedor e de quem intermedia o negócio. Entregamos um relatório com os riscos encontrados para o comprador e o advogado decidirem.

Dá para apurar desvio em um contrato de serviço com uma mineradora?

Dá. A investigação confere se o serviço medido foi entregue, quem aprovou as medições e se existe ligação entre o fornecedor e alguém da empresa. O resultado vem em relatório documentado, que pode embasar medidas internas ou ir para o advogado.

Precisa investigar um caso no Pará?

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