Investigação particular para casos que passam por Dubai
A economia de Dubai se apoia no comércio, nos serviços e nas finanças. O emirado reúne zonas francas, um centro financeiro com tribunais próprios e um mercado de imóveis aberto a estrangeiros em áreas definidas. A Bsociety acompanha casos de empresas, advogados e famílias que passam pela cidade.
Imóveis, centro financeiro e criptoativos
Em Dubai, o estrangeiro pode comprar imóvel nas áreas de propriedade livre (freehold), e o título de propriedade é emitido pelo Departamento de Terras do emirado. Isso pesa em execuções, partilhas e inventários: um apartamento comprado lá por quem deve aqui muda a estratégia do advogado. No foro, Dubai tem tribunais locais próprios, cuja língua oficial é o árabe, e os tribunais do DIFC, de common law e em inglês, que julgam só causas cíveis e comerciais ligadas ao centro financeiro ou de partes que escolheram esse foro por escrito.
No mercado de criptoativos, quem oferece serviços com ativos virtuais em Dubai precisa de licença da VARA, a autoridade do emirado para o setor, exceto dentro do DIFC. A própria VARA avisa que negociar com empresas sem licença expõe o investidor a fraude e perda de ativos. Quando um brasileiro perde dinheiro em uma oferta assim, procuramos identificar quem está por trás das contas, dos perfis e das empresas usados e reunimos as provas que o advogado vai levar ao banco e à polícia. Do lado de lá, a Polícia de Dubai recebe denúncias de golpes financeiros pela internet na plataforma eCrime.
Serviços para casos ligados a Dubai
Localização de pessoas e ativos
Imóveis em áreas de propriedade livre e empresas em zonas francas de Dubai ligados a devedores, sócios ou herdeiros de processos no Brasil.
Golpes e fraudes digitais
Corretoras, fundos e plataformas de criptoativos que dizem operar em Dubai: o que for possível apurar sobre quem recebeu o dinheiro e quem opera os perfis, em relatório para o advogado.
Due diligence e background check
Histórico de contrapartes com licença no DMCC, em Jebel Ali ou em outra zona franca de Dubai, antes de fechar contrato ou pagar adiantado.
Investigação digital (OSINT)
Perfis, sites e conexões de quem se apresenta como investidor, gestor ou empresário estabelecido em Dubai, conferidos em fontes abertas.
Proteção digital e contrainteligência
Exposição de famílias e executivos que mantêm imóvel, empresa ou residência em Dubai: dados e vínculos que aparecem em fontes abertas, mapeados antes que virem risco.
Casos ligados a Dubai
Quem tem um caso ligado a Dubai fala conosco pelo WhatsApp ou pelo formulário, sem sair do Brasil. Ouvimos o caso, dizemos o que pode ser apurado e conduzimos a análise com sigilo. O relatório chega pronto para apoiar a decisão da empresa, da família ou do advogado.
Outros emirados
Um caso que começa em Dubai pode seguir para os emirados vizinhos, que têm zonas francas próprias: a de Hamriyah e a Zona Franca Internacional do Aeroporto, em Sharjah, e a Zona Industrial Khalifa e a da Cidade de Masdar, em Abu Dhabi. Vale conferir em qual emirado e em qual zona franca a licença da contraparte foi emitida.
- Abu Dhabi
- Sharjah
- Ajman
- Umm Al Quwain
- Ras Al Khaimah
- Fujairah
Perguntas frequentes
É possível saber se um devedor tem imóvel em Dubai?
Pode ser. O título de propriedade de um imóvel em Dubai é emitido pelo Departamento de Terras do emirado, e a compra pode ter deixado sinais no Brasil, como empresas, procurações e contratos ligados ao devedor. Depois de ouvir o caso, indicamos o que a apuração em fontes abertas pode trazer e quando vale o advogado pedir a medida à Justiça.
Uma corretora de Dubai sumiu com o meu dinheiro. O que fazer?
Guarde conversas, comprovantes e endereços de carteira, registre boletim de ocorrência no Brasil e procure um advogado. Vale saber se a empresa tinha licença da VARA, a autoridade de Dubai para ativos virtuais fora do DIFC. A investigação procura identificar quem recebeu o dinheiro e quais perfis e empresas aparecem no golpe.
O relatório serve para um processo nos tribunais do DIFC?
O relatório documenta os fatos e a origem de cada achado, para apoiar a estratégia. Nos tribunais do DIFC, o uso do material é decisão do advogado que conduz o caso, e o peso de cada prova cabe ao tribunal.
Veja também
Tem um caso que passa por Dubai?
Escreva pelo WhatsApp ou pelo formulário e conte o que houve. A conversa é sigilosa e começa daqui do Brasil.