Investigação particular e inteligência corporativa no Acre
O Acre faz fronteira com o Peru e com a Bolívia. As vendas por estrada para o Peru passam sobretudo pela alfândega de Assis Brasil, e Brasileia tem forte ligação comercial com Cobija, do lado boliviano. Do Baixo Acre ao Vale do Juruá, apuramos calotes em vendas a prazo, cargas desviadas e bens de herança, inclusive quando parte do caso está no Peru ou na Bolívia.
Floresta, rebanho e a estrada para o Peru
A carne bovina, a castanha e a soja concentram as vendas do Acre para fora do país, e o Peru segue como o principal parceiro comercial. O governo do estado destaca o peso do agronegócio e do extrativismo na economia, e no comércio com o vizinho dominam a castanha com casca e a carne suína. Daí vêm pedidos sobre carga que some no caminho, comprador que recebe e não paga, desvio em empresas da carne e da castanha e disputas sobre garantias em vendas a prazo.
A rodovia que sai de Rio Branco chega a Assis Brasil e entra no Peru por Iñapari. Brasileia, com extensão a Epitaciolândia, e Cruzeiro do Sul são áreas de livre comércio com regime fiscal especial, o que pede atenção a notas fiscais e ao destino real das mercadorias. Quando bens, empresas ou pessoas estão do outro lado da fronteira, a apuração precisa olhar os dois países e reunir o que cada lado permite levantar.
Serviços mais procurados no Acre
Localização de pessoas e ativos
Devedores, bens e empresas que passaram para o lado boliviano ou peruano da fronteira, além de imóveis rurais e rebanhos no interior do estado.
Due diligence e background check
Histórico de compradores estrangeiros, fornecedores e sócios antes de vender carne, castanha ou soja a prazo, arrendar terra ou abrir sociedade.
Investigações corporativas
Mercadoria desviada, nota fiscal irregular e conflito de interesse em indústrias de carne, exportadoras de castanha e empresas instaladas nas áreas de livre comércio.
Investigação digital (OSINT)
Perfis, publicações e conexões abertas de compradores, sócios e devedores dos dois lados da fronteira, para saber com quem se negocia antes de vender ou de cobrar.
Quem atendemos
Advogados e escritórios
Advogados que atuam no Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e na Justiça do Trabalho da 14ª Região, que reúne Acre e Rondônia, recebem de nós relatórios documentados para sustentar a estratégia do caso. O que mais nos pedem é localizar bens para execução, inclusive fora do estado ou além da fronteira, apurar fatos em brigas societárias e conduzir investigação defensiva. Como e se o material entra no processo, quem decide é o advogado.
Empresas
Indústrias, exportadoras e o comércio das cidades de fronteira nos chamam quando há sinal de carga desviada, de cliente do outro lado que deixa de pagar ou de funcionário com interesse escondido em um fornecedor de castanha ou de carne. O trabalho corre sem alarde, e a empresa só decide depois de ver as provas.
Famílias
Na hora da partilha, o gado que ficou fora do inventário e o parente que se mudou para Cobija ou para o Peru estão entre as dúvidas que as famílias do Acre nos trazem. Também atendemos golpes pela internet e pelo WhatsApp, e o que a família conta fica entre nós.
Como atuamos no Acre
Atendemos casos no Acre com análise de documentos e de fontes públicas feita a distância e diligências de campo quando o caso exige, seja na capital, em Brasileia, em Sena Madureira ou em Cruzeiro do Sul. A investigação segue a Lei 13.432/2017 e respeita a LGPD.
Perguntas frequentes
Mercadoria comprada com o benefício da área de livre comércio foi vendida fora dela. Dá para apurar?
Dá. Pela lei, a isenção de impostos na entrada vale para mercadoria consumida ou vendida dentro das áreas de Brasileia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul, entre outros fins previstos. Se a empresa desconfia de desvio, conferimos as notas, quem comprou e o destino real da carga, e o relatório segue para a direção ou para o advogado.
É possível apurar bens ou empresas em Cobija ou em Iñapari?
Sim, dentro do que cada país permite. Cobija fica de frente para Brasileia, e Iñapari é vizinha de Assis Brasil, então a apuração começa pelo lado brasileiro, com as pessoas e os negócios ligados ao caso. O que só consta em registro boliviano ou peruano pode exigir um pedido feito pelo advogado no processo.
Vale checar um comprador peruano ou boliviano antes de vender a prazo?
Vale, porque cobrar alguém do outro lado da fronteira costuma ser mais difícil. Levantamos o histórico da empresa e dos sócios, as ligações com outros negócios e sinais de calote anterior, dentro do que é possível apurar em cada país.
Veja também
Investigação particular em Rio Branco
Em Rio Branco: golpes pelo Pix, provas para ações na Cidade da Justiça, perdas declaradas depois das cheias do rio Acre e checagem antes de vender a prazo.
Investigação particular no Amazonas
Fraudes no Polo Industrial de Manaus, carga pelos rios e casos na fronteira com Peru, Colômbia e Venezuela: investigação em todo o Amazonas.
Investigação particular em Rondônia
Gado, café robusta, soja no Cone Sul, hidrovia do Madeira e fronteira com a Bolívia: carga no rio, rebanho dado em garantia e bens de devedores.
Investigação particular no Brasil e no exterior
Os estados, as capitais e os países em que a Bsociety atende.
Precisa apurar um caso no Acre?
Explique o que aconteceu pelo formulário ou pelo WhatsApp. A conversa é sigilosa e o primeiro passo pode ser dado a distância.